Se o Museu do Café é a catedral, a Casa do Cafezinho é a capela do dia a dia. Este é o legítimo "café de tiozão" — um elogio que aqui significa honestidade, sem frescuras e agilidade no balcão. O clima é de pausa estratégica: o tempo desacelera entre conversas rápidas e o barulho de xícaras. É o ponto de encontro de quem trabalha no Centro, unindo advogados e comerciantes em torno de um balcão democrático. O café não pede licença: o "Café BR" é forte, pensado para acordar. O grande segredo, porém, está na estufa. A torta de queijo é uma instituição local que justifica a visita por si só.